Nesta segunda, 28, foi notícia no mundo todo, que governo golpista de Honduras fechou a emissora de rádio Globo de Tegucigalpa. O veículo de comunicação era um dos últimos meios de oposição ao regime que funcionava no país, segundo a AFP, e a emissora de TV "36".
No domingo, por decreto, o governo suspendeu durante 45 dias as garantias constitucionais, restringiu as liberdades de circulação e expressão e proíbiu a realização de reuniões públicas.
Vão proibir os celulares? A internet? A entrada de correspodentes no país? Será que há hoje em dia como "sonegar" informações por muito tempo?
Ana Maria de Oliveira
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
Prometeus a Revolução da Mídia
O vídeo Prometeus a Revolução da Mídia da empresa italiana Casaleggio é uma visão da mídia e da convergência da Internet. Com uma "Previsão" sobre o futuro da mídia.
Acesse o Link:sábado, 19 de setembro de 2009
A internet e as eleições
Os senadores aprovaram durante a semana o uso da internet nas campanhas eleitorais, não só nos sites dos candidatos, como aconteceu nos anos anteriores, mas também em sites de relacionamentos como Orkut e Twitter e também em blogs. O texto aprovado pelos senadores diz o seguinte: “É livre a manifestação do pensamento vedado o anonimato durante a campanha eleitoral por meio da rede mundial de computadores”.
A questão que fica no ar é: como vedar o anonimato?
Hoje em dia, é possível se cadastrar em qualquer e-mail usando poucas informações e mentir pela net, parece prático e natural.
Os fakes fazem parte do dia a dia de muitas pessoas que se escondem atrás de outras personalidades, existindo, por exemplo, no próprio Orkut comunidades para se conseguir uma foto para um perfil falso e até mesmo, amigos fakes, namorados e familiares de mentira.
Quando falamos de relacionamento interpessoal estas mentiras via web já são perigosas, imagina quando falamos em disputa eleitoral? Denúncias, calúnias difamações, podem vir à tona e virar uma verdadeira bomba quando caem na rede.
Esperamos que os sites e blogs verdadeiramente jornalísticos apurem as notícias políticas com ainda maior cuidado. Mas o que faremos com os maus intencionados?
Enfim, só a prática, irá mostrar como será a eleição com internet, porém uma coisa é certa: partidos e candidatos, podem ir se preparando porque a eleição com a internet, nunca mais será a mesma!
Em Bragança Paulista, por exemplo, a internet já deu o que falar nas últimas eleições para prefeito. Anonimamente, vídeos foram postados contra diversos candidatos no YouTube. Uma verdadeira festa de acusações, sem provas, com inclusive supostas gravações telefônicas.
Casos, que a polícia investiga até hoje e que toda a população ainda se questiona se é verdade ou não, afinal alguns dos vídeos continuam no Youtube até hoje.
Ana Maria de Oliveira
A questão que fica no ar é: como vedar o anonimato?
Hoje em dia, é possível se cadastrar em qualquer e-mail usando poucas informações e mentir pela net, parece prático e natural.
Os fakes fazem parte do dia a dia de muitas pessoas que se escondem atrás de outras personalidades, existindo, por exemplo, no próprio Orkut comunidades para se conseguir uma foto para um perfil falso e até mesmo, amigos fakes, namorados e familiares de mentira.
Quando falamos de relacionamento interpessoal estas mentiras via web já são perigosas, imagina quando falamos em disputa eleitoral? Denúncias, calúnias difamações, podem vir à tona e virar uma verdadeira bomba quando caem na rede.
Esperamos que os sites e blogs verdadeiramente jornalísticos apurem as notícias políticas com ainda maior cuidado. Mas o que faremos com os maus intencionados?
Enfim, só a prática, irá mostrar como será a eleição com internet, porém uma coisa é certa: partidos e candidatos, podem ir se preparando porque a eleição com a internet, nunca mais será a mesma!
Em Bragança Paulista, por exemplo, a internet já deu o que falar nas últimas eleições para prefeito. Anonimamente, vídeos foram postados contra diversos candidatos no YouTube. Uma verdadeira festa de acusações, sem provas, com inclusive supostas gravações telefônicas.
Casos, que a polícia investiga até hoje e que toda a população ainda se questiona se é verdade ou não, afinal alguns dos vídeos continuam no Youtube até hoje.
Ana Maria de Oliveira
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Veracidade dos Fatos
Com o surgimento de novas tecnologias colocamos em questão a veracidade das mensagens. Qual será a percepção do público ao ler uma matéria sobre um grave confronto entre trabalhadores em greve e policiais, sendo que o jornalista noticia o depoimento de alguns grevistas e publica a foto de um deles com marcas de balas de borracha? Será que houve abuso de autoridade por parte dos policiais? Qual a veracidade da imagem e do texto desta matéria?
Ao ver a imagem do grevista e ler o depoimento somente de uma das partes envolvidas a matéria esconde o verídico, e nem a imagem e nem o texto estão errados, o que está errado é a falta de profundidade dos dados colhidos, colocando a mensagem como partidaria de uma situação que induz o público a uma conclusão única. Uma foto ampla do confronto acompanhada de um texto com informações e depoimentos de todos os envolvidos seria imparcial e deixaria o público tirar suas proprias conclusões do fato.
Meios de comunicação confiáveis, empresas que manipulam informações com interesses próprios, faremos então igual a Santo Mé, acreditaremos somente em fatos que presenciamos. Certo dia estava parado no transito na avenida General Glicério em Santo André quando vejo um motoqueiro atropelar uma senhora que atravessava a rua na faixa de pedestres, o motoqueiro disse que o farol estava verde e a senhora dizia que o farol estava vermelho para os carros, eu só vi o atropelamento e não reparei se o farol abriu para os carros. Quem estava certo, a senhora atropelada ou o motoqueiro que atropelou a senhora? Eu estava presente no local e vi o acidente, mas não sei dizer quem foi o culpado. O investigativo e o filtro de cada pessoa quando assiste ou lê a mensagem é o que importa, conclusões imediatas e precipitadas sobre determinada mensagem apresentada pode omitir o verídico.
O que torna a mensagem verídica é quem está por traz dela, o meio de comunicação determina a veracidade do texto e da imagem, e cabe ao público receptor filtrar esta mensagem.
Podemos confiar em qualquer postagem na internet sem uma fonte confiável por traz da mensagem? A democracia de postagens optativas e discussões paralelas é suficiente para o investigativo dos fatos?
André Morais
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Caiu na rede ...
Como dissemos na descrição, este blog pretende discutir assuntos relacionados a Comunicação, principalmente Mídia e Poder. A princípio, a nossa idéia era desenvolver um blog com o título: "Caiu na Rede ...", porque entre os assuntos que discutiresmo aqui, está a internet como meio de comunicação, o fascínio que ela gera não só aos estudiosos da área, mas também aos cidadãos comuns, que de mero expectadores, via web, podem virar repórteres, cinegrafistas, editores.
Este blog é produzido por Ana Oliveira, Ana Paula, Paulo Borges, André Morais e Manoela.
Contamos com sua participação. Opine, sugira, critique!
Seja bem vindo ao blog malha fina! Caiu na rede....comentaremos aqui!
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